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Os proprietários de turismos que fazem serviço de táxi, sem estarem associados a cooperativas, encontram-se nessa condição por resistência às determinações do Ministério dos Transportes.

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A acusação é das cooperativas que reagem aos argumentos de muitos taxistas que, na edição passada do VALOR, disseram desconhecer a existência das cooperativas por estas fazerem pouco ou quase nada para divulgar o que fazem e onde estão localizadas.

Augusto Mendonça, presidente da cooperativa Canguaia, localizada na rua Rainha Njinga, junto ao edifício Rocha Monteiro, em Luanda, garante que, apesar de não ter placa/letreiro defronte à sede, investem muito na distribuição de inúmeros panfletos e desdobráveis aos taxistas.

“Os taxistas são mentirosos. Depois das distribuições dos panfletos, alguns até chegam a ligar, manifestando interesse e prometendo que vêm, mas não passa disso”, lamenta Augusto Mendonça, que aponta a falta de fiscalização como o motivo do descaso dos operadores.

Para a subscrição na Canguaia, o requerente deve apresentar a documentação do veículo, o seguro e a taxa de circulação. Deve também rubricar a declaração de adesão reconhecida no cartório, bem como o pagamento de 78 mil kwanzas e, no fim de cada mês, o taxista paga uma quota de 5.400 kwanzas. Diferente do publicado na edição passada, face às informações colhidas, a cooperativa Canguaia, criada há dois anos, tem registadas mais de 150 viaturas.

As exigências para adesão à cooperativa Kel-Mariam, localizada na Avenida Brasil, no Rangel, são semelhantes às da Canguaia, com excepção do valor do registo que muda para 65 mil kwanzas. Já a quotização mensal é de mil kwanzas, com a cooperativa a controlar um total de 700 viaturas. A cooperativa declara ter investido mais de três milhões de kwanzas em publicidade, em dois anos, criticando a falta de vontade dos taxistas em pagar taxas, o que o levou a fechar duas lojas (filiais), sendo uma em Cacuco e outra em Viana. Ao telefone, a cooperativa 2PN recusou-se a falar ao jornal.

O VALOR confrontou alguns taxistas que reafirmam desconhecer os escritórios das cooperativas e denunciam que tem havido a tentativa de burla. “Só vou aderir à cooperativa que tenha um escritório devidamente identificado, e com o número fiscal exposto”, garante, por exemplo, Jorge Soares.

 

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