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Este mês, Luanda faz história ao ser a segunda cidade africana a acolher o Fórum Mundial do Turismo, depois de Accra, capital do Gana. Está marcado entre 23 e 25, mas a primeira iniciativa teve lugar a 18, com o Presidencial Golf Day (PGD), que se pretende enquadrar no calendário internacional anual dos praticantes desta modalidade de elite, com intuito de ser um canal permanentemente aberto para a ‘caça’ de novos investidores.

Portanto, a realização do fórum é, a todos os títulos, positiva, sobretudo quando o presidente do Fórum Mundial do Turismo, Bulut Bagci, anuncia que, na sequência do evento, vai investir nos próximos anos mil milhões de dólares para apoiar o desenvolvimento do turismo em Angola.

No entanto, existem dúvidas sobre o momento escolhido para Luanda abrir as portas a decisores mundiais do turismo. Poderá ter havido alguma precipitação, considerando que o turismo é, essencialmente, serviços e estes as pessoas e, neste particular, existe um défice considerado. Era necessário mais algum tempo para, no mínimo, minimizar esta lacuna.

Assim como os operadores e empresários dos demais sectores, os do Turismo também estão há cerca de três anos com imensas dificuldades financeiras, a fazer cortes e, sequencialmente, não terão feito investimentos nem em colaboradores e, muito menos, em infra-estruturas.

Também terá faltado tempo para melhor articular algumas actividades do pacote turístico que será vendido durante o evento. O Presidencial Golf Day terá consumido todo esforço e ideias, levando a que se esquecesse, por exemplo, a inclusão da final da Taça de Angola, que coincidentemente será jogada no próximo final de semana. Assim como as casas nocturnas de referência na oferta do kizomba, como o Caminito, Casa da Música ou o Mayombe.

Turismo é o momento, a vivência e, estando a kizomba na ‘boca’ do mundo, é normal que alguns dos presentes quisessem experimentá-la no país de origem.

 

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