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LITERATURA EMPRESARIAL.Conheça os mais importantes livros de gestão de negócios que um gestor que se preze não deve deixar de ler. A sugestão é da revista Times.

 

A primeira sugestão apresentada pela Times remete-nos para a obra “A Era da Irracionalidade”, de Charles Handy, edição de 1989. Este livro, segundo a revista, teve poderosa influência no que depois viria a ser chamado de pensar os negócios “fora da caixa” (fora dos padrões).

Handy, então professor visitante na Escola de Negócios de Londres, descreveu as dramáticas mudanças sociais que ocorriam no quotidiano e no ambiente de trabalho.

As novas tecnologias e o decréscimo nas posições da carga horária integral (ou total), além de outras transformações, requeriam o abandono das regras estabelecidas e tentativas com novas maneiras de trabalho, fazendo-se recurso a outras regras.

O livro de Handy só ganhou notoriedade, após o crescimento da Internet, da comunicação onipresente e da explosão da comunicação social, que provaram que a sua obra foi de uma previsão incrível.

Built to Last: Successful Habits of Visionary Companies (Feitas para durar – Práticas bem sucedidas de empresas visionárias, na tradução em português), de Jim Collins e Jerry Porras ,é a outra sugestão apresentada pela revista Times.

Este livro analisa 18 companhias “visionárias”, na tentativa de descobrir como se tornaram gigantes empresas bem-sucedidas, como a Disney, 3M e a Sony. Professor de administração na faculdade de Stanford, Jerry Porras, e o autor de Good to Great, Jim Collins, acreditavam que, ao contrário da crença popular, as companhias que não deixam espaço para a concorrência, não são dirigidas por líderes “sexy” ou com foco obsessivo.

Ao contrário, o que elas têm em comum é a forte cultura corporativa. Noutras palavras, o livro sugere que as empresas “contratem profissionais brilhantes e os deixe crescer”.

A obra “Competing for the Future” – Competir pelo Futuro -, de Gary Hamel e C.K. Prahalad entra, igualmente na lista da revista Times como referência de leitura para os gestores.

No livro Hamel e Prahalad “argumentaram a favor de uma visão mais ampla da estratégia administrativa”. Os autores, segundo a Times, mostraram que a planificação estratégica deve ocorrer todo o tempo, e não apenas durante as discretas “quebras” nos negócios duma companhia.

“Esta planificação deve ser emocional, significativa e com propósitos, não apenas analítica; e deve ser norteada por toda a organização, não só por especialistas e consultores”, assinala a Times, reforçando que, entre os ensinamentos-chave, se encontra ainda, na obra, um apelo no sentido de os executivos nortearem activamente a “competência principal” das respectivas companhias para antecipar – não meramente adaptá-las – às mudanças industriais.

 

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