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FORTUNAS. Ganhar na lotaria talvez seja a forma mais rápida de se chegar a milionário, para o senso comum. O VE, entretanto, destaca quatro casos paradigmáticos de homens de negócios que chegaram a este patamar de forma meteórica, recorrendo a outros métodos.

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Alex Tew

e sua página de um milhão de dólares

Há pouco mais de 10 anos, um estudante inglês de 21 anos que procurava uma forma de financiar os seus estudos universitários criou a “The Million Dollar Homepage” (a página de um milhão de dólares, em português), na qual vendia píxeis, como são chamados os pontos que compõem uma imagem digital. A ideia era atrair empresas interessadas em anunciar no site. Por intermédio dos píxeis adquiridos, seria possível ter acesso aos seus sites. O preço cobrado era de um dólar por píxel, com um pacote mínimo de 100 píxeis. A página tornou-se popular quase que instantaneamente. Quatro meses depois do lançamento, o seu criador, Alex Tew, leiloou os últimos píxeis disponíveis no site eBay, tendo sido vendidos, em 2009, alguns píxeis por 38,8 mil dólares.

Chris Clark,

o primeiro dono do pizza.com

Em 2008, o dono de uma empresa de software Chris Clark tornou-se manchete de jornais pelo incrível valor que conseguiu com a venda de um endereço na internet. Chris Clark pagou 20 dólares pelo domínio “pizza.com” em 1994. Catorze anos mais tarde, quando a internet se tornava cada vez mais popular, Clark, aproveitando-se da situação, leiloou o seu projecto por 2,6 milhões de dólares. “A oferta final superou qualquer expectativa”, disse o milionário a um jornal local de Baltimore, nos Estados Unidos. Actualmente, o site reúne links para pedir pizza através da rede. E a única coisa que o seu primeiro proprietário lamenta é não ter comprado mais domínios nos anos 1990.

Os ossos da sorte de Ken Ahroni

Dono de uma série de invenções tecnológicas, Ken Ahroni entrou para o clube dos milionários graças a algo muito simples que o inspirou durante uma ceia de Acção de Graças em 1999. Nesta data, é um costume que duas pessoas segurem o osso em forma de “V” de um peru e tentem rompê-lo fazendo um pedido enquanto isso. Quem fica com o maior pedaço terá o seu desejo realizado, de acordo com a tradição. Ahroni percebeu como era frustrante que só houvesse um osso do tipo em toda a ave, o que impedia que mais pessoas participassem da brincadeira, e criou a Lucky Break Wishbone, uma empresa dedicada a criar versões de plástico do osso da sorte. A companhia logo conseguiu facturar um milhão de dólares e, por conta do sucesso da ideia, moveu processos na Justiça por violação de direito autoral.

O criador da ‘mascote perfeita’

Gary Dahl era um executivo do mercado publicitário da Califórnia, nos Estados Unidos, quando teve a lucrativa ideia de transformar uma conversa mantida com os seus amigos nos anos 1970, durante um negócio. Eles haviam falado sobre como era difícil ter uma mascote perfeita, e Dahl respondeu que já o tinha: era uma pedra. Não demorou para que Dahl começasse a vender pequenas rochas como mascotes, com uma caixa de vidro e um livro de instruções. As “pet rocks” foram um grande sucesso entre 1975 e 1976, com mais de 1,5 milhões de unidades vendidas por quase quatro dólares cada uma. Mas, após a moda passar, praticamente desapareceram. Em 1988, Dahl contou a um jornal americano que havia passado os últimos 13 anos escondendo-se dos “loucos” que o perseguiam para ameaçá-lo ou processá-lo.

 

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