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A semana passada, a Sonangol anunciou as empresas vencedoras do segundo concurso público para a importação e comercialização de gasolina e gasóleo, depois do primeiro realizado o ano passado. No entanto, a petrolífera não adianta se conseguiu alcançar a “redução considerável nos montantes a despender com a importação dos refinados”.

É um objectivo que a empresa se propôs a alcançar, quando, no ano passado, anunciou o resultado do primeiro concurso público e o fim do monopólio de vários anos no negócio com a Vitol, na comercialização da gasolina, e a Trafigura, do gasóleo.

Duas semanas antes do anúncio, agora, das empresas vencedoras do segundo concurso público, o VALOR solicitou, insistentemente, à petrolífera resultados sobre o sucesso ou não do objectivo de redução dos custos.

A escolha da empresa ligada a Leopoldino de Nascimento provocou surpresa pela acusação pública de que é alvo pela alegada sobrefacturação de preços, durante os anos que deteve o monopólio da comercialização do gasóleo. Esta acusação, de resto, ganhou força com a promessa da Sonangol de “reduzir consideravelmente os custos”.

O histórico do negócio motiva interrogações públicas sobre as propostas apresentadas pela Trafigura que lhe permitiram a recuperação do negócio um ano depois. Uma realidade que, por si só, justificaria a Sonangol tornar público tanto os valores que poupou com a mudança do modelo do negócio, assim como com a nova proposta da Trafigura.

Segundo o comunicado da Sonangol, apenas nove empresas apresentaram propostas das 29 que a companhia convidou para participarem no segundo concurso público para o fornecimento de gasolina, gasóleo e gasóleo marinho. Além da Trafigura e da Totsa-Total, que venceu no fornecimento de gasolina, apresentaram propostas a BB Energy, BP, ETS (ENI), Gunvor, Litasco, Vitol e a Glencore, que foi a fornecedora de gasolina nos últimos 12 meses.

 

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