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BALANÇO. Subsidiária da Sonangol encaixou 53,321 mil milhões de kwanzas nos primeiros três meses do ano. E já começou a negociar o modelo societário da refinaria do Lobito, cuja conclusão está prevista para 2022 e 2023.

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A Sonaref, subsidiária da Sonangol EP para o sector dos refinados, arrecadou mais de 53 mil milhões de kwanzas, com a venda de 350,8 mil litros de produtos refinados, durante os três primeiros meses do ano. O mercado interno consumiu 287,7 mil litros e os restantes 243,1 mil litros foram para o exterior.

De acordo com Welwitchia Lima, do departamento de planeamento da Sonaref, a companhia registou um aumento superior a 2.000% na produção, em relação ao último trimestre de 2018, devido à paralisação da refinaria de Luanda, imposta por imperativos de manutenção.

Os dados constam de um relatório apresentado por aquela responsável durante o balanço trimestral das subsidiárias da Sonangol no Ministério dos Petróleos.

À semelhança do ano passado, a empresa registou também “alguns constrangimentos”, embora sem prejuízos significativos como, por exemplo, a redução no ‘stock’ de ‘fuel oil’, um derivado necessário para o aquecimento de caldeiras, fornos e motores de combustão para geração de calor. O relatório, dividido em categorias como qualidade, segurança, saúde e ambiente, esclarece ter-se registado uma determinada quantidade de “produto que não esteve conforme”, por ter sido armazenado fora da especificação do LPG.

Durante o período em análise, a Sonaref realizou um estudo para o aumento da produção de gasolina e um para optimização da estação de tratamento das águas residuais, além de ter assinalado “melhorarias na integração e sincronização dos diferentes” sistemas de fornecimento de electricidade da refinaria de Luanda. Organizou também sete treinos sobre incêndios, para adaptar os colaboradores às regras de prevenção e combate aos fogos. O treino contou com a participação de 67 colaboradores da Sonangol e 74 de empresas terceirizadas.

Novas refinarias

Welwitchia Lima revelou que a empresa já tem estado em negociações com entidades candidatas à futura estrutura societária da Refinaria do Lobito, além de ter constituído o grupo de trabalho para a avaliação das diferentes propostas. O mesmo ocorre com a Refinaria de Cabinda, que poderá cobrir uma área de 500 hectares.

A construção da Refinaria do Lobito, erguida numa área de pouco mais de três mil hectares, terá uma capacidade para processar 200 mil barris de petróleo/dia e poderá estar concluída entre 2022 e 2023. Os custos da construção, antes estimados em 12 mil milhões de dólares, baixaram para menos de metade, cerca seis mil milhões.

Para a conclusão das operações realizadas, a Sonaref contou com 917 colaboradores, dos quais 360 efectivos e 557 subcontratados.

 

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