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A Angonabeiro, empresa portuguesa a operar há 20 anos em Angola, exportou um total de 400 toneladas de café para Portugal, no ano passado. A quantidade aproxima-se a de 2017, período em que a companhia, à semelhança de 2018, também produziu 250 toneladas de café só da marca Jinga. A companhia embala cerca de 250 toneladas de açúcar a cada 12 meses e mantém a espectativa de, ainda este ano, passar a exportar para os países limítrofes de Angola.

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A empresa tem a exclusividade de distribuição de cerca de 160 produtos, desde vinhos, azeite, massa alimentar, leite, açúcar, chá e café, dos quais 25% são de produção nacional. No entanto, o café, combinando as diferentes marcas, Jinga, Delta e Delta Q, representa 70% da carteira de negócio, sendo a marca Jinga a mais procurada, mas é o Delta Q que dá maior margem financeira.

“A nossa experiência ao nível da cafetaria, restaurantes e hotéis mostra-nos que a marca depende um bocadinho dos consumidores, do local e do momento. Há marcas mais usadas num local e outras num outro ambiente, os 70% resultam da procura das três marcas que produzimos”, enfatiza José Carlos Beato, director-geral da empresa.

Embora tenha também enfrentado problemas com divisas, a empresa investiu, no ano passado, quatro milhões de euros na construção de uma nova nave logística, de quatro mil metros quadrados, e na compra de novos equipamentos para embalagem de alguns produtos.

Dívidas

De visita a Angola, o secretário de Estado português, numa ‘radiografia’, afirmou que a maior preocupação é a “morosidade” do pagamento de dívidas. João Correia Neves reconheceu que Angola atravessa “péssimos momentos”, mas enfatizou que as “dívidas são para serem pagas”. “Está a ser feito o reconhecimento das dívidas, as empresas apresentaram números, as autoridades angolanas têm que analisar os pedidos e, de acordo com os procedimentos, estão gradualmente a pagar. Mas ainda existem montantes elevados, pelos quais esperamos que sejam resolvidos num curto espaço de tempo”, reiterou o governante luso.

A dívida angolana às empresas portuguesas ronda entre os 400 e 500 milhões de euros.

 

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