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A empresa Grandes Moagens de Angola (GMA) assegura não ter “qualquer participação do Estado no seu capital social, nem a empresa foi constituída com nenhum tipo de garantias estatal”. Em comunicado de imprensa, a propósito de uma notícia veiculada pelo jornal português Expresso, a instituição reitera que a informação que dava conta de um confisco por parte do Governo “não tem qualquer fundamento”.

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Ainda esclarecendo a divulgação da noticia, a empresa refere que tem um contrato de financiamento junto do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), cujo plano de amortizações “tem sido escrupulosamente cumprido pela GMA”. “Este acordo estabelecido entre a GMA e o BDA é idêntico a outros planos de financiamento disponibilizados a outras empresas angolanas pelo BDA e rege-se no estrito âmbito das relações comerciais entre um banco e uma empresa”.

A empresa acrescenta que contratualizou com o banco um contrato de financiamento que teve o “mérito” de ser apoiado por se tratar de um projecto “estruturante para a economia angolana”.