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BALANÇO. Diamantífera estatal apresentou ontem, Terça-Feira,15, principais indicadores do balanço de 2018 que inscreve uma produção de 9,4 milhões quilates. Operação gerou receitas de 1,2 mil milhões dólares. Em oposição, as dívidas da companhia mais do que triplicaram ao sair dos 170 milhões USD de 2017 para 525 milhões até Dezembro do ano passado.

Endiama apresenta resultados

A Empresa Nacional de Prospecção, Exploração, Lapidação e Comercialização de Diamantes de Angola (Endiama) fechou o balanço de 2018 com um total de passivos avaliados em 525 milhões de dólares, mais de 200% acima do registado em igual período anterior, de acordo o resumo do balanço apresentado esta Terça-Feira, 15, pelo presidente do seu conselho de administração, José Manuel Augusto Ganga Júnior.

Os números da dívida da companhia foram divulgados em conferência de imprensa, na mesma altura em que o seu chairman assegurou que “as dívidas estão devidamente identificadas” e “está [já] a ser negociado o modelo de pagamento a médio e a longo prazo”.

Para inverter o quadro, José Júnior garante que estão a ser tomadas medidas no sentido de “vender mais e melhor”, pelo que se sente “absolutamente convencido” de que, durante o mandato, e face as estratégias que se estão a implementar, a empresa consiga colocar Angola em 3º lugar no ranking de produção de diamantes, atingindo 14 milhões de quilates, o “mais tardar até 2022”.

A contabilidade da Endiama inscreveu ainda no balanço de 2018 uma produção de cerca de 9,4 milhões de quilates, ao preço de 148 dólares por quilate, que gerou uma receita de 1,2 mil milhões de dólares, precisamente 1.228.434.784. José Junior fez ainda um resumo da operação transparência, que, segundo confirmou, foram encontrados mais de 700 casos de exploração sem controlo, de entre os quais apenas 16 estavam documentadas. Para 2019, a empresa prevê uma produção de 9,5 milhões de quilates que serão comercializados ao preço de 154 dólares por quilate e poderá gerar receitas de cerca de 1,3 mil milhões de dólares.

Leilão

O conselho de administração antevê que, no dia 31 de Janeiro, sete pedras de diamantes excepcionais, que inclui uma de 114 quilates e um diamante colorido de 46 quilates, serão colocadas em leilão, sem, no entanto, precisar valores, limitando-se a dizer que que não ficarão a menos de 16 milhões de dólares. Dados da companhia asseguram que a sociedade mineira de Lulo é uma das mais importantes do país, de onde saíram os três maiores diamantes jamais encontrados em solo nacional, incluindo o de 404 quilates, vendido em 2016.

Last modified on quarta, 16 janeiro 2019
 

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