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DIAMANTES. Contrariamente ao habitual, Catoca vendeu a produção directamente ao mercado, o que teve “impacto positivo” nas receitas. Sodiam queixa-se, no entanto, da morosidade no negócio.

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A Sociedade Mineira de Catoca (SMC) comercializou, no terceiro trimestre do ano, 1,69 milhões de quilates de diamantes, ao preço médio de 116 dólares, o que resultou numa receita bruta de mais 196 milhões de dólares.

O valor representa um aumento de cerca de 19 milhões, comparativamente ao que teria acontecido caso a produção fosse vendida à Sodiam. Nesse período, a empresa vendeu seis produções e, segundo cálculos da Sodiam, pagaria cerca de 25 milhões por cada uma, o que representaria um total de 150 milhões de dólares.

No entanto, um acordo entre as partes permitiu à Catoca ir directamente ao mercado. “Os projectos mineiros tentam sempre conseguir maiores receitas e é natural de quem venda. Nós, Sodiam, temos de procurar que os preços estejam em sintonia com aquilo que é a realidade do mercado e qualidade das produções”, explicou o presidente do conselho de administração da Sodiam.

Eugénio Bravo da Rosa justificou o acordo como resultado da indisponibilidade da Sodiam em pagar o preço, “por vezes, bastante alto”, desejado pelas sociedades. “Deixamos que os próprios projectos estejam no mercado a comercializar a sua produção. Foi isto o que aconteceu”, precisou.

O gestor observou, no entanto, que a SMC foi “lenta” na comercialização, o que teve impacto no resultado do período em análise. “Não fez de forma célere e levou seis semanas a comercializar as produções que nós, normalmente, comercializamos em dois ou quatro dias”, comparou.

O director adjunto de Catoca, Paulo Mandela, desdramatizou, por sua vez, o atraso, felicitando a Sodiam pela flexibilidade. “Foi uma boa experiência, conseguimos ter um preço muito aproximado do que perspectivámos”. Em relação ao quatro trimestre, Mandela antecipa que a venda directa ao mercado ficará depedente também da Sodiam.

 

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