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BALANÇO. Especialista sul-africano atribui desempenho à “consciencialização” das construtoras sobre a importância do segmento.

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O seguro de engenharia registou um crescimento de 7% para 6,7 mil milhões de kwanzas, no primeiro semestre deste ano, comparativamente ao período homólogo. Os dados são da Associação de Seguros de Angola (ASAN) que, na semana passada, realizou um ‘workshop’ sobre o seguro de engenharia.

Intervindo como palestrante, Cassim Hansa, engenheiro civil sul-africano, referiu que o incremento representa a “crescente consciencialização” dos gestores das construtoras, quanto à importância desse seguro. “Face à necessidade de mais construções, as empresas do ramo ver-se-ão forçadas a procurar o seguro de engenharia, sob pena de perderem as obras, caso registem avaria numa máquina de elevado custo”, sublinhou o sul-africano.

A construtora Omatapalo, com ligações ao recém-nomeado governador da Huíla, Luís da Fonseca Nunes, assegura que tem subscrito os vários subgrupos do seguro de engenharia, segundo Odeth Nogueira, chefe de seguros da companhia. A mesma que alerta, no entanto, que nem todas as seguradoras têm capacidade financeira para indemnizar sinistros “complexos”, decorrentes desse sector. “Daí que procuramos ter acordos com as operadoras mais sérias e experientes”, explica.

Ao VALOR, Carlos Barreira, consultor internacional de seguros, recordou que, embora não seja tecnicamente uma regra universal, a maioria dos países ocidentais, durante a celebração da apólice, cobra entre 0,2% e 0,5% sobre o valor investido na construção da obra. Sebastião Pedro, perito da Ensa, diz ser o mesmo modelo seguido em Angola.

“O seguro de construção tem muitas características. Naturalmente, fazer uma ponte sobre um rio tem um preço, de um prédio tem outro e fazer uma estrada também tem outro. Portanto, se estivermos a falar de construção de túneis por baixo de água, pontes por cima da água, a taxa pode ser acima dos 0.5%”, explicou o consultor internacional.

O seguro de engenharia inclui vários subprodutos, entre os quais os segmentos de máquinas e equipamentos, construção e montagem, equipamentos electrónicos e outros. A quebra de máquinas, por exemplo, está voltada para riscos a equipamentos que já estejam a operar na empresa. Outas coberturas estão ligadas a danos causados por erro de execução, explosões e incêndios, furto qualificado e riscos da natureza, como vendavais, inundações, raios, desmoronamentos, entre outros.

 

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