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GÁS. Produção de gás natural liquefeito superou as quatro milhões de toneladas no ano passado.

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A produção da fábrica Angola LNG atingiu, no primeiro trimestre deste ano, o valor de 9,3 milhões de toneladas de gás liquefeito natural, numa média diária de 0,103.

A cifra, que corresponde a 17% da meta pretendida de 54,07 milhões para o ano, é citada no ‘indicador de desempenho’, apresentado, na semana passada, no ‘1.º conselho consultivo alargado’, do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos.

A manter-se a média dos primeiros três meses, no final de 2018, a produção deverá cifrar-se em 37,2 milhões de toneladas, o que representaria um défice de 31,2% face à produção anual projectada.

Comparativamente a 2017, a produção de 37,2 toneladas representaria um aumento de apenas 4,4% quando a projecção aponta para um crescimento de 51,8% face às 35,61 milhões de toneladas produzidas naquele ano, resultado alcançado com a média díaria de produção de 0,098, milhões.

Situada no Soyo, a unidade fabril tem prevista uma paragem para manutenção, neste mês de Julho. E, apesar de a fonte da instituição garantir que se trata de uma interrupção programada “como forma de a unidade continuar a funcionar em segurança”, alguns observdores acreditam que a paralisação deverá afectar a produção do segundo trimestre.

Em Setembro de 2017, o consórcio industrial angolano e a Glencore Energy UK Limited assinaram um acordo plurianual de venda de gás, cujos termos prevêm a entrega de carregamentos de gás natural liquefeito à Glencore em diversos pontos do mundo.

Ainda este mês, a ALNG firmou acordos idênticos com a empresa holandesa Vitol e a RWEST, uma empresa europeia de comercialização de energia, com sede na Alemanha e com forte presença também na Holanda e no Reino Unido.

A Angola LNG é uma parceria liderada pelo grupo norte-americano Chevron, cujas instalações, no Soyo, foram construídas por outra companhia norte-americana, a Bechtel. O projecto tem registado uma série de paragens programadas e não-programadas, desde que retomou as exportações em Junho de 2016, após uma paragem de dois anos para reparações de grande dimensão.

O primeiro carregamento de 160 mil metros cúbicos de LNG, destinado ao Brasil, foi entregue no terminal de regaseificação da Petrobras, na baía de Guanabara, Rio de Janeiro. O gás foi carregado no Sambizanga, um navio-tanque da empresa, entre os dias 3 e 5 do mesmo mês, numa altura em que o preço do gás natural registava uma queda de cerca de dois terços para menos de cinco dólares por cada milhão de BTU (“British Thermal Units”).

Em Julho do ano passado, a Angola LNG Marketing previa exportar anualmente 5,2 milhões de toneladas de gás em 70 carregamentos. Além do gás natural liquefeito, a empresa, que assegura as operações comerciais do projecto Angola LNG, inclui, na carteira de produtos, a exportação de gases como propano, butano e condensados. A companhia assinou diversos acordos para a venda de gás natural liquefeito com empresas do sector energético em todo o mundo. Avaliado em 10 mil milhões de dólares, Angola LNG representa um dos maiores investimentos alguma vez efectuados na indústria petrolífera nacional, dispondo de sete navios-tanque e três cais de carregamento.

 

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