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PETRÓLEO. Planos da petrolífera nacional passam por alienar parte de 10 blocos, entre os quais o que esteve na base de litígio com a norte-americana Cobalt. PCA da petrolífera adiantou os planos para tornar a empresa mais rentável.

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Administração quer reduzir o universo do grupo. A administração da Sonangol está a analisar a possibilidade de reduzir a participação na exploração do petróleo em Angola, através da alienação de parte de 10 blocos, já identificados.

A intenção faz parte dos objectivos estratégicos da petrolífera pública e foi reforçada pelo presidente do conselho de administração, Carlos Saturnino, quando apresentava o programa de regeneração que visa a reorganização da empresa, durante o ‘1.º conselho consultivo alargado’ do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos.

Entre os blocos a serem alienados, constam o 15/06, o 31 e o bloco 32, ou seja, todos aqueles em que a Sonangol tem uma participação acima dos 20%. Estão previstos também os blocos 21/09 e 20/11, que pertenceram à norte-americana Cobalt e que estiveram na base de um diferendo entre as duas companhias que terminou com a Sonangol a pagar 500 milhões de dólares, como resultado de uma resolução amigável. No 20/11, com a aquisição dos 40% que pertenciam à Cobalt, a Sonangol passou a ter uma participação de 70%, enquanto detém na totalidade o 21/09.

Outra medida passa pela privatização de empresas. Há duas semanas, a companhia remeteu ao ministro dos Petróleos a lista de entidades que devem sair do universo da Sonangol. A segunda fase de privatizações vai acontecer no âmbito do programa de regeneração da empresa.

A empresa estatal tem investimentos e faz negócios utilizando quatro canais: concessões petrolíferas, subsidiárias, ‘joint ventures’ e associações feitas com empresas, cerca de 100, para prestar serviço à área petrolífera. “A Sonangol é muito grande, pesada, com muita burocracia, na tomada de decisões e naturalmente não é agil”, sublinhou Carlos Saturnino.

OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS

Durante a apresentação do estado da petrolífera, foram apresentados nove objectivos estratégicos para os quatros próximos anos. Na primeira linha, surge a regeneração do grupo para o tornar “mais competitivo e rentável”, com o foco nas áreas principais, petróleo e gás, incorporando os padrões internacionais do QSSA, bem como a melhoria do desempenho do sector petrolífero.

Last modified on segunda, 02 julho 2018
 

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