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RESULTADOS. Contributo angolano reduziu no volume de negócios do conglomerado luso, mas Angola continua a ser o mercado mais importante com uma quota, dentro do grupo, de 38,5%.

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A facturação do grupo Teixeira Duarte, em Angola, recuou 11,9% para 398,5 milhões de dólares em 2017, num ano em que o volume de negócios global do conglomerado luso também quedou 7,1% para 1.023 milhões de dólares.

Apesar do tropeço das receitas no mercado nacional, o relatório e contas de 2017, apresentado recentemente, destaca que as unidades do grupo em Angola foram as que mais contribuíram nos negócios com uma participação de 38,5%, menos 2,1 pontos percentuais em relação a 2016.

O Brasil, com 22,8%, vem a seguir, ao passo que Portugal fecha o terceiro lugar, com 18,3%. A Argélia, com 8,8%, Moçambique com 5,9% e ainda Espanha e Venezuela com 2,9% e 1,2% colocam-se nas posições seguintes em termos de contribuição para as receitas do grupo.

Em relação ao mercado angolano, o documento sublinha que “2017 continuou marcado por um quadro macroeconómico difícil decorrente da prolongada baixa do preço do barril de petróleo, embora se tenha começado a assistir, a partir do segundo semestre, a alguns sinais positivos de recuperação do preço do crude”.

Em Angola, a empresa actua na construção, concessões e serviços, imobiliária, hotelaria, distribuição e no sector automóvel. Na construção, registou um “crescimento significativo” em relação a 2016, devido à execução de “importantes obras”, com os negócios a fixarem-se em cerca de 10 milhões de euros.

Nas concessões e serviços, dedica-se a áreas de negócios de naturezas distintas, como o ‘Facilities Management’ e ‘Facilities Services’ e ambiente. Neste segmento, Angola continua a ser o segundo maior mercado do grupo, destacando-se a renovação do contrato com a EMIS, bem como o contrato com a Chevron, concluído no início de 2018.

No imobiliário, manteve-se essencialmente marcada pela gestão do património de rendimento, licenciamento de alguns projectos e apoio à expansão de outros sectores do grupo.

Na hotelaria, registou uma diminuição de 10,2% face a 2016, provocada, sobretudo, pela quebra no alojamento. Entretanto, registou resultados satisfatórios na restauração, eventos e ‘health club’. O grupo é proprietário dos hotéis Alvalade e Baía e é gestor do Trópico, controlando um total de 1.236 camas e 620 quartos.

Com o ano caracterizado pela “continuada redução generalizada nos vários segmentos de negócio”, o ramo automóvel não foi excepção. A venda de viaturas, e mais especificamente de ligeiros, teve uma redução de 52%, passando de 8.189 unidades vendidas em 2016 para apenas 3.969 viaturas em 2017. Face à conjuntura actual, a Teixeira Duarte perspectiva, para 2018, a continuação da retracção, pelo que se vai dar continuidade à “gestão criteriosa dos ‘stocks’, à optimização de recursos e ao reforço dos processos de organização nas diversas áreas de negócio”.

Em Angola, o grupo opera no retalho alimentar, através da Companhia Nacional de Distribuição, com a insígnia Maxi e, no retalho especializado, na área de mobiliário e decoração, através da Dakaza. Neste, registou uma redução no negócio de cerca de 15,7%.

 

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