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PRODUÇÃO NACIONAL. Biocom prevê, com a safra deste ano, facturar 330 milhões de dólares, resultantes da venda de açúcar, etanol e energia eléctrica. Mas bons resultados não vão evitar despedimentos, avisa a direcção.

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A Biocom prevê produzir, este ano, 100 mil toneladas de açúcar, 20 mil metros cúbicos de etanol e 110 mil megawatts de energia eléctrica, contando com um plantio de cana-de-açúcar que ocupa 24 mil hectares.

Com esta produção, a empresa calcula ter uma facturação de 330 milhões de dólares. Para o açúcar, as previsões ultrapassam as expectaivas que eram produzir 96 mil toneladas. O director-geral adjunto, Luís Barro Júnior, justifica o crescimento com o “empenho dos colaboradores”.

O açúcar produzido pela Biocom poderá representar, até ao fim do ano, cerca de 40% do consumo do mercado. Dados oficiais estimam que o país consuma 400 mil toneladas por ano.

A Biocom vende à Rede Nacional de Transporte de Energia 20 megawatts de energia, mas a empresa pública não paga há dois anos, revela Luís Barro Júnior, que não revela o montante da dívida.

MAIS 200 TRABALHADORES AGUARDAM DESPEDIMENTO

Apesar de reconhecer o empenho dos trabalhadores, a Biocom pretende dispensar mais de 200 funcionários. Já 24 trabalhadores expatriados foram despedidos e, este ano, vai dispensar mais 10. “A Biocom não está imune à crise”, justifica o responsável, que enumera as dificuldades que a empresa enfrenta, em que se destaca a escassez das divisas para o pagamento dos salários e para a importação de acessórios para as máquinas.

Luís Barro Júnior afirma, no entanto, que, se por um lado, a crise cria inúmeras dificuldades, por outro, é “uma grande oportunidade para desenvolver métodos inovadores”.

Desde a sua entrada em funcionamento, a Biocom investiu 750 milhões de dólares e, para mais tarde, prevê investir mais 100 milhões de dólares até atingir à maturidade. Estrada sofrível A Biocom tem um programa de responsabilidade social virado para a educação, desporto, cultura e lazer. O programa beneficia 630 moradores da comunidade. Mas a estrada que dá acesso à unidade fabril, em Cacuso/Malanje, no troço Lucala/Cacuso, está completamente degradada. Para lá se chegar é obrigatório fazer vários desvios.

 

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