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Num período de oito anos, a Angola Telecom registou uma queda na carteira de clientes na ordem dos 75%, passando de 200 para 50 mil, revelou Bartolomeu Pereira, director comercial da operadora pública.

A perda de mercado, segundo o gestor, é justificada pelo “fenómeno global ao nível de mercados de telecomunicações”, com destaque para a retracção e a falta de utilização da telefonia fixa, o que leva a empresa a preparar-se também para a oferta de serviços integrados, “no sentido de resgatar os clientes”.

Bartolomeu Pereira cita também a dívida acumulada dos clientes para com a empresa como uma das “maiores preocupações da actual comissão de gestão, face aos constrangimentos que tem causado”. Sem revelar números, o gestor aponta as empresas públicas como as principais devedoras, o que levou à criação de uma ‘task-force’ com a missão de as abordar. Pereira estima os resultados como “positivos”, já que, em pouco menos de três meses, foram estabelecidos acordos de pagamentos com algumas empresas e instituições devedoras, havendo negociações em curso.

Em relação aos clientes individuais, a principal dificuldade é o facto de as “pessoas mudarem de residência sem pagar as dívidas”.

Detida ainda na totalidade pelo Estado, a Angola Telecom enfrenta um processo de reestruturação que deve conduzir à alienação de, pelo menosç 55% da empresa, assegurando o Estado os restantes 45%, processo que deve ocorrer já a nível da bolsa de valores.

No segmento dos negócios das telecomunicações, presta serviços no domínio empresarial, residencial e a venda a grosso orientado para as grandes companhias, incluindo os próprios operadores de telecomunicação.

 

1.500 cabinas públicas

Com o processo de reestruturação em curso, a Angola Telecom prevê reintroduzir serviços de cabinas de telefónicas públicas em todo o país, pretensão que foi anunciada pelo gestor para o desenvolvimento de produtos e serviços, António Cercal. Segundo este responsável, serão montadas 1.500 cabinas em todas as províncias, com vista a garantir ao acesso deste serviço a pessoas carenciadas.

António Cercal explicou que algumas destas cabinas já existem e vão passar por um processo de revitalização, ao passo que outras serão instaladas em pontos que ofereçam alguma segurança, como shoppings e parques, de modo a evitar-se a vandalização dos equipamentos, como aconteceu no passado.

 

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