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A Fábrica de Cimento do Kwanza-Sul (FCKS) dispensou, ontem (01), cerca de 900 trabalhadores directos e 700 indirectos e anunciou formalmente a sua paralisação por falta do combustível fight fuel oil (HFO), uma das matérias-primas utilizada na produção do clínquer, componente fundamental para o fabrico de cimento.

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No sábado, o Jornal de Angola deu conta de um plano de despedimento de trabalhadores da FCKS, que podia começar a ser executado ontem, o que veio a acontecer.

Em carta dirigida ao Governo da Província do Kwanza-Sul, a direcção da fábrica diz que o problema de falta de combustível arrasta-se desde Janeiro deste ano e junta-se a outras dificuldades que o sector atravessa, que concorreram para o aumento dos custos de produção.

Em declarações à imprensa, o director operacional da FCKS, Edmundo Ferreira, disse esperar que quem tem responsabilidade na matéria vele pela situação, visto que vai afectar muitas famílias que têm na fábrica a sua principal fonte de receitas. Até à conclusão da venda de um stock de 13 mil toneladas, o departamento comercial deve manter-se em funcionamento, informou Edmundo Ferreira.

Segundo se apurou, o problema da falta de combustível afecta quatro das cinco fábricas de cimento existentes no país.Pois, a par da FCKS, a do Bom Jesus, pertencente ao gigante chinês CIF, também paralisou pelos mesmos motivos. As duas unidades juntas respondiam em mais de cinquenta por cento pelo clínquer produzido no país.

As fábricas Sécil Lobito e a Cimenfort, localizadas na província de Benguela, não produzem clínquer e adquiriam o produto a partir do Kwanza-Sul, com todas as vantagens resultantes da proximidade geográfica entre as duas localidades. Com a paralisação da FCKS, a aquisição do produto fica encarecida, entre outros factores, pela distância.

 

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