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A multinacional angolana de telecomunicações, Angola Cables, dedicada à comercialização de circuitos internacionais de voz e dados por cabos submarinos de fibra óptica, apresenta importantes novidades sobre os grandes projectos internacionais de telecomunicação na Futurecom 2017.

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Para isso, a empresa conta com um stand de 50 metros quadrados na rua E12 e vai participar num painel dedicado ao tema cabos submarinos. O evento decorre a partir de hoje até sábado, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, Brasil.

A rede de conectividade internacional da Angola Cables vai estar concluída com a entrada em serviço dos três sistemas submarinos que atravessam o Oceano Atlântico e os seus “datacenters” instalados em Luanda e Fortaleza.

Os sistemas submarinos são compostos pelo WACS (West African Cable System), que actualmente conecta 11 países da costa ocidental africana a três europeus e encontra-se em processo de ampliação; SACS (South Atlantic Cable System), que vai fazer a conexão entre o continente africano e a América Latina, ligando Luanda e Fortaleza, previsto para entrar em operação em Julho de 2018; e o Monet, cabo responsável pela ligação entre o Brasil e os Estados Unidos da América (EUA), com a conclusão prevista para Novembro deste ano.

A Angola Cables ainda possui o Angonap, “datacenter” localizado em Luanda, já operacional e em processo de expansão, e o “datacenter” de Fortaleza, em fase de construção. Este último, juntamente com o SACS e o Monet, exigiram um investimento de cerca de 300 milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com Artur Mendes, director comercial e marketing da Angola Cables, “os projectos dos ‘datacenters’ e dos cabos são passos importantes na afirmação da empresa, que servirá de ponte digital para os principais centros de produção e alojamento de conteúdos, produtos e serviços de telecomunicações.

Com esta rede transatlântica em operação, os agentes do mercado terão rotas de maior eficiência e alternativas de troca de conteúdos”.

A Angola Cables vai participar num painel que abordará os factores essenciais que viabilizam o uso de cabos submarinos. Em apenas dois anos, o uso da capacidade instalada de banda larga no Mundo praticamente duplicou.

Considerando apenas a América Latina, o crescimento anual da procura ultrapassa os 40 %. A região é a que mais deve receber investimentos em cabos submarinos de fibra óptica, entre 2016 e 2018.

O painel, que acontece no Auditório Argentina, na quarta-feira, às 17h15, conta com as participações de Artur Mendes, em representação da Angola Cables, assim como representantes de outros sistemas de cabos submarinos.

 

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