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A Sonangol garantiu hoje (13) que não há falta de combustíveis nas províncias como indicam relatos dos últimos dias, mas admite pontuais constrangimentos na venda face às especulações e rumores.

 

Em comunicado distribuído à imprensa, a concessionária esclarece que não se verificou redução significativa no fornecimento de combustíveis, concretamente de gasolina e gasóleo, nos postos de abastecimento do país. No entanto, a empresa que ocasionalmente têm surgido constrangimentos operacionais que impactam no aprovisionamento e distribuição em tempo oportuno em determinadas regiões do país.

A nota da Sonangol adianta que "vários rumores infundados aos quais a empresa é completamente alheia levaram muitos cidadãos, particularmente das províncias de Benguela, Huambo, Bié e Malanje a acorrer aos postos de combustíveis, formando por vezes longas filas". Devidos aos rumores, acrescenta, os consumidores dessas províncias procuraram reforçar o abastecimento de viaturas, tentando ainda açambarcar combustíveis.

"Esta situação, por vezes, causa dificuldades ao consumidor final e dá origem a uma especulação oportunista dos preços", salienta o comunicado. Este facto provocou uma situação temporária de rutura de ‘stock’ em vários postos de combustível, tendo a Sonangol reforçado o abastecimento nas províncias e limitado a venda de gasolina e gasóleo.

Acrescenta que "não existe qualquer risco de a empresa não ter meios suficientes para fornecer combustíveis, especialmente gasolina e gasóleo a todos os postos de abastecimentos espalhados pela vasta extensão do território angolano".

Sobre a província de Cabinda, enclave a norte, a Sonangol considera "uma situação particular e específica", tendo em conta que aquela região, devido à sua situação geográfica, separada do resto do território angolano e apenas com ligações marítimas, apenas pode ser abastecida por mar.

"O que nem sempre é possível devido às condições climatéricas, como as que se têm registado nos últimos dias em várias zonas do litoral angolano", refere a petrolífera, admitindo "ações especulativas por parte de cidadãos estrangeiros" em Cabinda. Estes, acusa a Sonangol, "tentam adquirir grandes quantidades de combustível para as transportar ilegalmente para outros países".

Para mitigar estes efeitos, a petrolífera refere que está a tomar medidas, trabalhando de forma próxima e concertada com as autoridades competentes, para "erradicar de vez este tipo de práticas lesivas dos interesses" da empresa e do país.

 

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