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HIDROPONIA.Empresa é responsável pela introdução do sistema de cultivo de última geração, caracterizado por não necessitar de solo, que vai produzir, na primeira fase, mais de uma tonelada de alimentos por mês.

A Hidrobem, empresa afecta ao grupo Kibabo, vai produzir mensalmente uma tonelada de alimentos com recurso à técnica da hidroponia, produção sem recurso ao solo, fruto de um investimento de 160 milhões de kwanzas no primeiro pólo de hidroponia de Angola que iniciou a actividade na semana passada, no Parque Agrícola do Kikuxi, junto ao canal com o mesmo nome.

A directora-geral da Hidrobem, Carla Paulino, revelou que a empresa vai produzir uma tonelada de alface, 60 mil molhos de ervas aromáticas e uma tonelada de tomate em mil metros quadrados. A primeira fase do projecto foi implantada numa área de dois hectares com uma exploração de dois mil metros quadrados de estufas distribuídas pelos novos sistemas de Nutrient Film Technique (NTF) e “sacos Gota a Gota” diversos.

No arranque da produção, a nova unidade de negócios do Grupo Kibabo está a produzir tomate, alface, salsa, manjericão, camomila, coentros, hortelã, agrião e cebolinho e a preparar-se para produzir outros alimentos como rúcula, poejo, orégãos, pimentos e pepinos. Até ao final do primeiro trimestre de 2017, a Hidrobem espera dar início à execução da segunda fase do projecto que consiste no alargamento da área de produção para seis mil metros, na criação de um centro de formação. Está projectada também uma unidade industrial de processamento de quarta gama que prevê proporcionar produtos frescos prontos a confeccionar, que aguarda por financiamento bancário.

A iniciativa, que tem como principal promotor o reputado jurista Cremildo Paca em parceria com investidores portugueses, concorre para os objectivos da diversificação da economia, da produção nacional, acrescentando a vantagem da promoção da agricultura verde, conforme explicou o jurista. O investimento contou com 60% de financiamento bancário, sendo os restantes 40% de capitais próprios de investidores e promotores e foi aplicado na aquisição de terreno, obras de infra-estruturação e legalização. A aquisição do espaço encareceu o projecto, explica, Cremildo Paca, que garante que, para quem possui terreno um projecto de hidroponia, não é dispendioso, podendo ficar orçado em cerca de 70 milhões de kwanzas.

Para Cremildo Paca, que explica a aposta com a necessidade de apoiar o Estado no fomento da produção nacional, “a hidroponia é agricultura do futuro com provas de sucesso internacional”. O também empresário acresce que a nova unidade da Kibabo vai dedicar-se igualmente à projecção, concepção e montagem de estufas com o sistema hidropónico, trabalhos de pós-montagem e manutenção.

A hidroponia deriva do grego do grego: água + trabalho), e é o nome dado ao sistema de cultivo de plantas caracterizado por não precisar de terra (solo). As raízes das plantas ficam dentro da água e soluções fertilizantes são adicionadas à água para alimentar as plantas. O grupo Kibabo possui várias empresas que actuam no segmento do comércio a retalho, importação a grosso, ‘master franchising’, indústria que produz mobiliário, especificamente sofás, e a ‘master frachising’ em Portugal, geridos pela holding Pamastock, SA.

Uma das unidades que se tem destacado como mais rentável tem sido a ‘master franchising’. Em 2014, o grupo investiu na MissFragance, uma perfumaria, onde investiu cerca de 500 mil dólares para proporcionar a entrada da marca de fragância Equivalenza em Angola, passado três anos os investimentos da marca ultrapassam os dois milhões de dólares com a abertura de seis lojas próprias e igual número de franchisadas com a geração de mais de 50 empregos.

 

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