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SERVIÇO. Dois bancos do ‘top five’ são os que mais cobram nas comissões em anuidades de cartões Visa. Valor é duas vezes superior ao salário mínimo nacional. BFA e BIC definem entre 21,5 mil kwanzas e valor equivalente a 100 dólares, respectivamente.

Os bancos Angolano de Investimento (BAI) e o Millennium Atlântico (BMA) estão a cobrar mais do que os outros três integrantes do ‘top five’ da banca nacional nas comissões em anuidade do cartão ‘Visa Platina’. São 50 mil kwanzas, mais de duas vezes o salário mínimo nacional, fixado em 24 mil kwanzas, apurou o VALOR com base nas tabelas de preços e comissões de serviços das duas entidades.

Os novos preços e comissões dos dois bancos resultam das últimas actualizações, sendo que no BAI em Fevereiro e no BMA em Abril, com ambos a manterem o valor do ‘Visa Platinum’.

Na tabela de preços do BAI, os valores mais baixos para cartões de crédito correspondem ao ‘Visa BAI Classic’ e ao ‘Visa BAI Gold’, com 11 mil kwanzas e 23 mil kwanzas, respectivamente.

Fonte da administração do BAI esclareceu que o Visa Platina é destinado a clientes com elevados rendimentos e a anuidade de 50 mil kwanzas está relacionada com os custos de emissão.

Já no BMA, o ‘Visa Classic’ tem uma anuidade de 10 mil kwanzas e o ‘Visa Prestige’ de 30 mil, o mesmo valor para outros titulares do cartão e para os anos seguintes ao da emissão.

No BAI, foram definidos 4.500 kwanzas para emitir um ‘Visa BAI Classic’ e 4.750 kwanzas para o ‘Visa BAI Gold’. O valor para emissão do cartão com maior valor de anuidade é o mais baixo, estipulado em apenas três mil kwanzas.

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Se por alguma razão, o proprietário do cartão quiser substituir o produto, deverá pagar outras taxas. Por exemplo, para a substituição do ‘Visa BAI Classic’, o banco presidido por Luís Lélis cobra 11 mil kwanzas. Já a substituição do ‘Visa BAI Gold’ passa a custar 17.350 kwanzas, ou seja, 10.850 mais caro do que na anterior tabela.

O banco decidiu manter a comissão para a substituição do ‘BAI Platina’ em 6.500 kwanzas. Às alterações todas (para todos os cartões) é ainda acrescido o imposto de selo de 0,7%, além de outros encargos associados para reemissão por caducidade dos Visa, no valor de 1.500 kwanzas, sobre o qual incide também imposto de selo de 0,70%.

Entre as outras despesas associadas, os clientes suportam ainda a emissão de segunda via de extracto do Visa, cópias de talão/factura e factura internacional, no valor de três mil kwanzas, além das despesas com investigação internacional dos ‘Classic’, ‘Gold’ e ‘Platina’, com um custo de 8.050 kwanzas.

BMA cobra cinco mil

No Millennium Atlântico, substituir o cartão tem o mesmo preço para todas as categorias. Do ‘Visa Classic’, ‘Visa Prestige’ ao ‘Visa Platinum’, o banco estipulou cinco mil kwanzas.

O BMA tem ainda na tabela de preços e comissões a rubrica ‘emissão de cartão de emergência’, que custa ao cliente 18 mil kwanzas.

O atraso no pagamento dos compromissos com o cartão custa 7.500 kwanzas. Quem não quiser mais o serviço, deverá pagar 4.500 kwanzas, em todos os cartões. Já o Banco de Fomento Angola (BFA) e o BIC estabeleceram que as anuidades dos cartões devem situar-se nos 21.500 kwanzas e um equivalente a 100 dólares, respectivamente.

No ‘Top Five’, o Banco de Poupança e Crédito (BPC) é o único que não tem expresso, em valores monetários, quanto cobra em anuidade para cartões Visa, considerando a última tabela de preço datada de 13 de Junho do ano passado.

De acordo com informações do banco, o ‘Visa Classic’ é emitido a uma taxa de juro de 24% e uma Taxa Anual de Encargos Efectiva Global (TAEG) de 26,80%, que, como define o banco, é “calculada de acordo com as disposições do aviso nº 10/2012 do BNA”.

Já o ‘Visa Gold’ sai a uma taxa de juro de 24% e uma TAEG de 26,80%, sendo que o ‘Visa Platinum’ tem uma taxa de juro de 36% e TAEG de 42,6%. O valor é mesmo para o ‘Visa Corporate’.

 

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