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BALANÇO. Entidade gestora da rede multicaixa espera fechar 2018 com transacções a situarem-se nos 18%. Situação económica de crise explica redução em cinco pontos percentuais do volume de operações face a 2017.

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O volume de transacções nas operações da Empresa Interbancária de Serviços (Emis) não deverá ultrapassar, até 31 de Dezembro, os 18%, uma redução de cinco pontos percentuais, face ao volume de operações inscritas no balanço estatístico de 2017, avançou a instituição ao VALOR.

A queda é explicada com a actual situação macroeconómica, que retirou o poder de compra dos agentes económicos, empresas e famílias, com impacto na redução dos gastos através das máquinas de pagamento automáticas e dos terminais de pagamento automático.

Apesar da redução das transacções, o organismo assegura que vai continuar a manter o foco no crescimento transaccional, na segurança e inovação. Aliás, é para o ano que a entidade projecta o lançamento de um novo serviço de pagamento e “melhorias contínuas” nas operações.

Com o lançamento do ‘multicaixa express’ – aplicativo bancário electrónico –, as pessoas, bancarizadas ou não, passam a estar, entre outros, habilitadas ao levantamento de montantes sem o cartão físico, fazer pagamentos em kwanzas de compras ‘online’ ou transferências.

Desenvolvido para uso nos smartphones, o aplicativo permite o uso de até 25 cartões multicaixa de instituições bancárias diferentes. E deve já entrar em funcionamento em Junho do próximo ano.

“A questão de não conseguirmos usar o cartão multicaixa doméstico para fazer pagamentos na internet é um problema. Então, desafiamo-nos e criámos o ‘multicaixa Express’, para resolver este problema”, explicou Duano Silva, assessor do conselho de administração da Emis.

Transferências

Do balanço das operações deste ano, consta ainda a morosidade nas transferências interbancárias. Essa dificuldade foi explicada por José Gualberto Matos, o ‘chairman’ da Emis, com a falta de liquidez nos bancos.

Questionado sobre as transferências interbancárias com compensação imediata, Gualberto Matos respondeu que os bancos têm de resolver, primeiro, a componente da liquidez. “Quando tiverem o problema da liquidez resolvido. Há bancos que têm problema de liquidez. Estamos a caminho de ter transferências instantâneas de baixo valor no mesmo dia e na hora, a partir do próximo ano”, rematou Gualberto Matos, apontando para 2019 a introdução de transferências com compensação imediata.

 

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