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BOLSA. BFA, SBA e BIC entraram com 79,5% no total de negócios realizados pela Bolsa de Valores de Luanda nos primeiros três meses do ano. Operações fizeram movimentar 143,20 mil milhões de kwanzas, mais do dobro registado no período homólogo anterior. Receio da desvalorização força quase 100% das famílias a apostar em OT indexadas ao dólar.

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A Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) encerrou os três primeiros meses do ano com 394 negócios concluídos, influenciados pelos bancos de Fomento Angola (BFA), Standard Bank Angola (SBA) e Banco BIC, que responderam por 79,5% de todo o negócio realizado nesse período.

Os números do organismo dão conta que as operações realizadas fizeram correr um montante de 143,20 mil milhões de kwanzas (ver tabela), com origens nos vários bancos admitidos na intermediação bolsista, margens que sinalizam avanço de 205,57%, comparativamente aos números de igual período anterior, cujos rácios se fixaram nos 46,86 mil milhões.

“A BODIVA atribuiu, na primeira reunião de membros de 2018, realizada durante o primeiro trimestre, um certificado de mérito ao BFA, por ter tido o maior volume negociado em 2017, atestando assim o seu envolvimento e dinamismo no mercado secundário de títulos do tesouro”, atesta a nota da BODIVA.

Actualmente, estão registados, como membros da BODIVA, 14 bancos e duas entidades correctoras de negociação, nomeadamente os bancos Angolano de Investimento (BAI), BIC, Caixa Geral Angola, o Comércio e Indústria (BCI), Crédito do Sul e o de Negócios Internacional (BNI).

Da lista, integram ainda os bancos Poupança e Crédito (BPC), Económico, Fomento Angola (BFA), Millennium Atlântico, Prestígio, Regional do Keve, Sol, Standard Bank Angola (SBA) e as unidades correctoras de negociação Growth SCVM e Madz Global SCVM.

Do total de negócios, apenas sete foram entre bancos (negócios interbancários), seis dos quais foram realizadas em Janeiro. 56.35% dos títulos têm data de vencimento até final de 2020.

As obrigações do tesouro (O.T), indexadas ao dólar, continuam a representar mais de 96% do montante negociado, “uma vez que os investidores mantêm o apetite pela protecção cambial”. Já as obrigações do tesouro não reajustáveis, também designadas OTNR, representaram cerca de 2,91% e os bilhetes do tesouro (BT) 1,51% das negociações.

DÍVIDA PÚBLICA COM 0,74%

Os títulos transaccionados em mercado secundário [da dívida pública] representaram 0.74% do ‘stock’, numa rubrica em que os principais responsáveis pelas negociações do MSDP foram os agentes de intermediação, com 52,5% do montante, seguindo-se os clientes-empresa com 43% e pelos clientes particulares, com apenas 4,6% do montante do total negociado.

No trimestre, foram abertas 556 contas de registo individualizadas, totalizando 3.988 contas, ao passo que a BODIVA manteve, sob custódia, um montante que atingiu a cifra de 1.810 mil milhões de kwanzas.

 

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