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BANCA. Quatro ‘caras novas’ passam a integrar o conselho de administração do banco. Vão ocupar vagas deixadas por José Massano, Francisco Maria de Lemos e mais dois membros. Decisão está expressa num documento que resume as operações de 2017. Lucro cresce 11%, mas crédito cai.

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Os accionistas do Banco Angolano de Investimentos (BAI) decidiram integrar no conselho de administração quatro novos nomes, cobrindo vagas deixadas pelo ex-CEO, José Massano, e por quatro antigos administradores, de acordo com uma nota da assembeleia-geral a que o VALOR teve acesso.

Desde a semana passada, integram a comissão executiva mais quatro novos administradores: Omar José Mascarenha de Morais, Carlos Augusto Bessa Victor Chaves, Irisolange Azulay Soares e José Carlos Castilho Manuel, que preenchem vagas deixadas por Francisco Maria de Lemos, Ana Paula Gray, Pedro Castro e Silva e José Massano.

Até finais de 2017, a comissão executiva era dirigida por José de Lima Massano e integrava mais seis administradores, Luís Filipe Lélis, Inokcelina Ben’África Santos, Hélder Miguel Jasse Aguiar, Simão Francisco Fonseca, João Cândido Fonseca e Pedro Castro e Silva.

Até antes da ‘promoção’ a membro da comissão executiva, Carlos Augusto Bessa Chaves era o CEO do BAI Cabo Verde, uma sucursal do banco na Praia, e José Carlos Augusto Castilho Manuel era director da banca de retalho, segundo a página oficial do banco e dos perfis profissionais na internet.

Mas é a José Carlos de Castro Paiva que os accionistas voltaram a confiar o conselho de administração, para o posto de presidente. Com a entrada de quatro ‘caras novas’, o grupo passa a estar composto por José Carlos de Castro Paiva (PCA, não-executivo), Mário Alberto dos Santos Barber, Theodore Jameson Giletti, Jaime de Carvalho Bastos, Omar José Mascarenhas de Morais Guerra, Carlos Augusto Bessa, Victor Chaves, Luís Filipe Rodrigues Lélis (presidente da comissão executiva), Helder Miguel Palege Jasse de Aguiar, Inokcelina Ben’África dos Santos, Simão Francisco Fonseca, João Cândido Fonseca, Irisolange Azulay Verdades e José Carlos Castilho Manuel.

“A assembleia geral de accionistas procedeu à eleição da nova composição dos órgãos sociais da sociedade para o quadriénio 2018-2021, para que exerça funções nos termos da lei das sociedades comerciais e dos estatutos da sociedade”, escreve o banco, na mesma nota em que faz o balanço das operações de 2017.

Crédito cai 3%

Na reunião que alterou o ‘rosto’ dos accionistas, foram ainda aprovadas as contas de balanço das operações, referentes ao ano passado. Até 31 de Dezembro, a carteira de crédito líquido do BAI atingiu 369 mil milhões de kwanzas, evidenciando uma redução de 3% face a igual período anterior. O recúo no crédito é justificado com o “reforço das perdas por imparidade acumuladas e ao aumento do crédito bruto em apenas 2%”.

Já os lucros dão um pulo de 11% para os 55 mil milhões de kwanzas. A esse desempenho financeiro o banco junta ainda a “manutenção da posição de líder nos depósitos e a segunda posição em terminais de pagamento automático (TPA) matriculados”. “O que significa uma subida significativa tendo em conta que, em 2016, o BAI ocupava o quarto lugar”, sublinha o banco.

Para a gestão, os resultados “reflectem três eixos de acção do BAI, nomeadamente, o aumento do produto bancário em 17%, muito influenciado pelo aumento dos proveitos em investimentos e activos financeiros e em créditos e no aumento dos resultados cambiais pelo volume de operações cambiais, o aumento dos custos administrativos em 29% em linha com a inflação e o aumento do custo com imparidade para crédito em apenas 4%”.

 

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