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CONCORRÊNCIA. Empresa existe desde 2014, mas apenas nas últimas semanas as garrafas começam a estar mais disponíveis.

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As marcas Gastem, Saigas e Sonangol deixaram de disputar, apenas entre si, o mercado de enchimento de gás butano, como resultado da entrada de um novo operador, a Progás. Apesar de ter lançado as primeiras garrafas no segundo semestre do ano passado, apenas nas últimas semanas a nova marca começou a ser conhecida pelos potenciais clientes, após a assinatura de um contrato com a Pumangol.

A parceria permite a comercialização do produto da Progas na rede de bombas de combustíveis da Pumangol. Uma estratégia que, segundo o director comercial da Progas, Manuel Augusto, se tem revelado “fundamental” para a conquista da confiança dos clientes.

“Temos de passar confiança ao consumidor de que não terá dificuldade em adquirir a recarga e esta parceria ajuda-nos, porque as pessoas percebem que, em qualquer posto de abastecimento da Pumangol, conseguem adquirir o gás”, explicou, insistindo que a “questão confiança” foi das principais dificuldades no início.

A unidade tem uma capacidade de enchimento de 10 garrafas por minuto e pode atingir até 60 toneladas por turno, trabalhando em velocidade cruzeiro. “Ou seja, dá uma média de cinco mil garrafas de 12 quilos e 500 garrafas de 51 quilos. Há esta discrepância, porque o enchimento das garrafas de 12 quilos é automatizado, ao paso que as de 51 não é. Mas, a qualquer momento, pode ser automatizado, caso se justifique”.

Para 2017, o objectivo da empresa passa por comercializar até 600 toneladas de gás, perspectivando, para dentro de um ano, estar a operar no máximo da capacidade instalada. Metas que, para Manuel Augusto, serão alcançadas, sobretudo porque, além da comercialização do gás em garrafa, há também por canalização.

“Credenciamo-nos como entidade instaladora e temos, inclusive, um ramal para abastecer uma fábrica que está a cerca de três quilómetros. Aconteceram evoluções que nos levam a acreditar que podemos alcançar os objectivos”, assinalou.

Desde já, a concorrência não consta das preocupaçoes da Progás que vê como “muito fortes” os operadores intalados. “Não vislumbramos, num futuro próximo, chegar, sequer, junto à Saigas. Queremos ocupar o nosso espaço”, refereAugusto.

A empresa investiu cerca de 36 milhões em infra-estruturas e iniciou a actividade com 30 mil garrafas de 12 quilos, 15 mil das quais já se encontram com os clientes.

Criada em 2014, por “razões burocráticas” apenas no segundo semestre de 2016 colocou as primeiras botijas, no mercado, em fase de testes.

 

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