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A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e outros grandes produtores estão a considerar várias opções antes de se reunirem em Novembro próximo, inclusive a possibilidade de que a actual redução na oferta da matéria-prima seja mantida até o fim de 2018, afirmou o ministro dos Petróleos do Iraque, Jabbar al-Luaibi.

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Contudo, nenhuma decisão concreta foi ainda tomada, ressaltou. “De qualquer forma, a perspectiva do petróleo parece ser positiva e os preços estão a subir”, avaliou o ministro. Desde Janeiro, a OPEP e dez países que não pertencem ao cartel procuram a todo o custo reduzir a sua produção combinada em cerca de 1,8 milhão de barris por dia, como parte de um acordo que se estende até pelo menos Março de 2018.

Contudo, o pacto ainda não conseguiu impulsionar as cotações de petróleo aos níveis desejados pela OPEP, em parte porque a produção de petróleo de xisto dos EUA está a expandir-se. Segundo o ministro Jabbar al-Luaibi, o Iraque cumpre integralmente e até excedeu a sua cota de redução na oferta de petróleo estipulada no acordo da OPEP com os parceiros de fora do grupo.

A produção iraquiana actual é de cerca de 4,325 milhões de barris por dia, diante dos 4,565 milhões de barris por dia anteriores ao pacto. Avanços na redução da poluição Não é segredo que as maiores petrolíferas estão entre as empresas que mais poluem.

O que pode surpreender é o facto de elas estarem a reduzir as suas descargas de gases causadores do efeito estufa a cada ano e a participar, activamente, de uma tendência à qual a maioria dos gigantes corporativos estão a aderir.

Sessenta e duas das 100 maiores empresas do mundo reduziram consistentemente as suas emissões numa base anual entre 2010 e 2015, com um declínio global de 12 por cento no período, de acordo com o relatório da Bloomberg New Energy Finance divulgado antes da conferência de Londres de segunda-feira.

As descobertas sugerem que os sectores mais poluentes tenham começado a combater a mudança climática antes de o Presidente dos EUA, Donald Trump, tomar posse e sinalizar que ia cancelar a participação do seu país no Acordo de Paris sobre limites às emissões de combustíveis fósseis.

Agora, num momento em que as autoridades europeias afirmam que a Casa Branca pode diluir o seu compromisso com Paris, em vez de cancelar a participação no tratado, o relatório da BNEF sugere que a indústria está a reduzir as emissões.

“Não importa se Donald Trump permanece no Acordo de Paris; isso é irrelevante, porque os Estados e as grandes corporações estão a avançar com a energia limpa”, disse Peter Terium, presidente da geradora de energia alemã Innogy, nos bastidores da conferência da BNEF. “Eles não estão à espera.

Estamos a ver a energia renovável tornar-se mais competitiva, em comparação com combustíveis fósseis como o carvão.” As cinco maiores petrolíferas - Exxon Mobil, Royal Dutch Shell, Chevron, BP e Total - limitaram colectivamente a sua poluição em média de 13 por cento entre 2010 e 2015, segundo o relatório. A BP realizou a maior redução, de 25,5 por cento. A Exxon, a maior emissora entre as empresas de capital aberto, reduziu em 14 por cento.

O relatório mostra uma inversão em relação às décadas passadas, quando os alertas científicos a respeito das mudanças climáticas eram recentes e as empresas responsáveis pela maior parte das emissões pressionavam as autoridades para que ignorassem a questão.

As reduções realizadas pelas 100 maiores empresas economizaram 70,7 milhões de toneladas de dióxido de carbono e outros gases causadores do efeito estufa, total semelhante a toda a emissão de um ano de Israel. Como os dados sobre emissões demoram muito para serem compilados, 2015 é o último ano coberto.

 

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