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SEMINÁRIO. Partilha de experiências é dos objectivos centrais do encontro 
que reúne, também, gestores e agentes do sistema bancário nacional, bem como membros do governo e académicos.

 

Luanda vai acolher, no próximo dia 5 do corrente mês, um seminário sobre a “Regulação e Supervisão Bancária: Experiências e Desafios, Equivalência de supervisão bancária dos bancos centrais”, uma iniciativa conjunta do Banco Nacional de Angola (BNA), da PricewaterhouseCoopers (PwC) e da PSO Comunicação Estratégica.

A abertura do evento, segundo uma nota de imprensa a que o VALOR teve acesso, será presidida pelo governador do BNA, Valter Filipe, seguido pelos oradores Pedro Machado, Financial Services and Regulation Advisory Partner da PwC e Nuno Cassola, responsável de equipas de supervisão BCE.

Estão igualmente previstas intervenções de Samuel da Rocha Lopes, professor da Nova SBE e da Aarhus University, Luis Costa Ferreira, director de supervisão prudencial no Banco de Portugal e António Coutinho, presidente da comissão executiva do Standard Bank de Angola.

“Durante quase três horas, especialistas de reconhecido mérito internacional irão abordar temas como a regulação e supervisão bancárias, a reforma da supervisão e regulação financeira, os desafios da supervisão na Europa e perspectivas futuras”, refere ainda o comunicado.

A partilha de experiências é um dos objectivos centrais do encontro, que reúne, também, gestores e agentes do sistema bancário nacional, bem como membros do governo e académicos.

O BNA E A REGULAÇÃO

A temática sobre a regulação e fiscalização bancária, em Angola, conheceu uma nova dinâmica a partir do ano passado, altura em que dois influentes bancos internacionais, nomeadamente o Bank of America e o Standard Chartered, decidiram deixar de fornecer dólares aos bancos angolanos, alegadamente devido à falta de exigência regulamentar na área financeira. Uma decisão que agravaria ainda mais a escassez de dólares que se faz sentir em Angola devido à crise do petróleo.

Foi igualmente a partir desta altura que o BNA decidiu apertar a regulação e supervisão, assim como os mecanismos de combate ao branqueamento de capitais.

Nos últimos meses, o BNA sob a liderança de Valter Filipe, tem desdobrado contactos permanentes com os bancos centrais da Europa e Américas, no sentido de obter apoio técnico com vista a contrariar as críticas de que é alvo externamente sobre o alegado branqueamento de capitais no país.

O não reconhecimento formal do BNA como entidade de supervisão pelo BCE provoca vários constrangimentos, por exemplo, aos bancos europeus com relações com Angola, obrigando nomeadamente ao aumento das provisões ou dificuldades no acesso a divisas.

 

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