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Lusa

Lusa

Trump felicita reformas e combate à corrupção em Angola

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, felicitou esta quinta-feira as reformas e o combate à corrupção levados a cabo pelo homólogo angolano, João Lourenço, garantindo que Washington vai apoiar e financiar Angola.

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As felicitações foram transmitidas pelo assistente especial de Trump e director sénior para os Assuntos Africanos do Conselho de Segurança Nacional, Cyril Sartir, durante uma audiência concedida pelo chefe de Estado angolano.

“Viemos cá com o espírito de amizade e reconhecer os grandes passos que o Presidente e a nova liderança de Angola têm estado a calcorrear para transformar o país, no âmbito do combate à corrupção, e abri-lo ao comércio internacional”, disse o responsável, em declarações aos jornalistas, no Palácio Presidencial, em Luanda.

Cyril Sartir acrescentou que Angola é um “país chave” na nova estratégia da política externa dos Estados Unidos para África, salientando esperar um reforço das relações nos sectores económicos e na melhoria da governação.

O diplomata norte-americano, que foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, lembrou que os Estados Unidos incluirão Angola no grupo de três países africanos – ao lado da Nigéria e do Quénia – que, nos próximos tempos, vão beneficiar de financiamento e apoio técnico para impulsionar a actividade económica.

O enviado de Donald Trump afirmou que a ajuda visa, essencialmente, desenvolver a capacidade empreendedora africana, fornecer a assistência técnica e os valores envolvidos. Segundo Cyril Sartir, os Estados Unidos estão abertos a receber sugestões dos empresários angolanos para que se possam identificar os sectores que vão beneficiar do apoio.

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Standard & Poor's piora Previsão de Evolução de Angola para Negativa

A agência de notação financeira Standard & Poor's (S&P) reviu em baixa a Perspetiva de Evolução da economia de Angola, de Estável para Negativa, devido ao "significativo aumento" da dívida pública, e manteve o 'rating' em 'lixo'.

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"A dívida pública de Angola em percentagem do PIB aumentou significativamente em 2018, em parte devido ao impacto da forte depreciação do kwanza no volume de dívida pública em moeda estrangeira", lê-se na nota que acompanha a divulgação da decisão.

"Estamos a rever a Previsão de Evolução da economia de Estável para Negativa e mantemos o 'rating' da dívida soberana de longo e curto prazo em B- e B; a Previsão de Evolução negativa reflete a possibilidade de uma descida [do 'rating'] se o alto peso da dívida pública tornar as necessidades de financiamento insustentáveis, ou se as pressões orçamentais ou externas levarem a défices gémeos mais prolongados que o previsto", dizem os analistas da S&P.

No texto, a S&P diz que entre 2015 e 2018 "a dívida pública em proporção do PIB aumentou cerca de 40 pontos percentuais, de 45% para 87%" e acrescenta que Angola deve ter sofrido uma recessão de 1% em 2018, que deverá ser ultrapassada este ano, com um crescimento de 2%.

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Governo vai injectar 100.000 milhões de kwanzas no BPC

O Estado vai injectar 100.000 milhões de kwanzas no Banco de Poupança e Crédito (BPC) para garantir que o maior banco do país mantenha a actividade normal, segundo um decreto presidencial.

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De acordo com um decreto assinado pelo Presidente da República, João Lourenço, de 30 de Janeiro, para este efeito foi autorizada uma emissão de Obrigações do Tesouro, com prazo de reembolso a quatro anos e uma taxa de juro anual de 16,5%.

O decreto presidencial autoriza o Ministério das Finanças a recorrer a uma “emissão especial” de Obrigações do Tesouro em Moeda Nacional (OTMN) no valor de até 100.000 milhões de kwanzas, lê-se, “possibilitar que o mesmo (BPC) cumpra na sua plenitude a missão para a qual foi criado”.

Em 2017, o BPC registou um buraco de 5.200 milhões de dólares, de ativos com baixo desempenho e em incumprimento, essencialmente crédito malparado, o segundo pior registo da história da banca em Angola.

O Estado é accionista do BPC, através do Ministério das Finanças (75%), do Instituto Nacional de Segurança Social (15%) e da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (10%).

Segundo dados anteriores, o Estado necessitava de injectar 31.500 milhões de kwanzas no BPC, para completar o capital social, conforme análise da auditoria externa às contas de 2017 daquele banco, elaborada pela UHY - Auditores & Consultores.

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