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AGRICULTURA. Governante citou o tomate e a cebola, como produtos em relação aos quais o país é autossuficiente, mesmo sem avançar dados. Num encontro com chineses, desafiou-os a investir mais.

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O ministro da Agricultura e Floresta, Marcos Nhunga, anunciou que Angola deixou de importar há dois anos hortícolas, tendo já uma produção “muito boa” que serve às necessidades nacionais. Sem avançar dados de produção, o ministro deu, como exemplos, a cebola e o tomate, como produtos autossuficientes.

A revelação do ministro foi feita à margem de um encontro com o vice-governador da província chinesa Hunam, He Boaxiang, e uma delegação de empresários chineses ligados ao agronegócio.

Na reunião com o governante chinês, o ministro convidou os empresários daquele país a investirem na produção do arroz, que é o “forte” de Hunam, e uma das áreas em que Angola apresenta “um défice muito grande”, produzindo apenas nove mil toneladas por ano. O ministro convidou também os chineses a investirem no milho, feijão e mandioca.

Para o começo de cooperação entre a província chinesa e Angola, Marcos Nhunga pediu que os investimentos começassem pela produção de sementes, fertilizantes, pesticidas e equipamentos. “Estamos disponíveis para trabalhar em conjunto, para vermos como podemos alocar terras a empresários chineses para trabalharem e servirem de empresas âncoras que possam ajudar o desenvolvimento da agricultura nas comunidades ao redor das fazendas onde as empresas chinesas estiverem a trabalhar”, referiu.

Como forma de mostrar que as intenções não se vão ficar por isso mesmo, o ministro propôs organizar uma equipa técnica com empresários angolanos para visitarem Hunam. “Os chineses querem trabalhar em Angola na Agricultura. Vamos estabelecer as áreas e o número de empresários chineses que querem participar no desenvolvimento da agricultura angolana. Queremos que os chineses trabalhem e invistam na agricultura. São muito fortes e queremos motivá-los a investir na agro-pecuária”, assegurou.

 

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