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José Eduardo dos Santos assegurou que, mesmo com a crise, não cortou salários à Função Pública. Nem mesmo o 13.º mês. E lembra que fez actualizações aos salários em função da taxa de inflação que chegou a roçar os 40%. Ex-Presidente responde assim às críticas de João Lourenço.

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O ex-Presidente da República José Eduardo dos Santos disse hoje, 21, que o Executivo que liderou pagou, com regularidade, os salários da Função Pública, incluindo o 13.º mês, mesmo estando o país a enfrentar uma expressiva taxa de inflação de 40% e uma redução do preço do barril do petróleo.

“Não desvalorizámos a moeda, pagámos regularmente os salários dos funcionários públicos, mantivemos o poder de compra dos salários, fazendo actualizações em função da taxa de inflação”, disse Eduardo dos Santos à imprensa, reagindo às críticas de João Lourenço.

José Eduardo dos Santos sentiu necessidade de chamar os jornalistas depois do impacto que as afirmações de João Lourenço causaram. Realizou a conferência de imprensa, na Fundação José Eduardo dos Santos, que ele patrocina, mas evitou responder a mais críticas deixadas pelo actual Presidente, remetendo-se às questões económicas.

Do balanço do último ano à frente do país, o ex-chefe de Estado recordou que, em seis meses, a sua equipa económica tirou a inflação dos expressivos 40% para 20%, deixando-a em apenas cinco pontos percentuais acima da meta estabelecida em 2017. "A meta era fazê-la descer até Dezembro daquele ano até 15 %”, destacou o ex-líder do MPLA, afastado da vida politica activa há três meses. “Com a produção nacional e com alguns produtos importados, garantimos os produtos da cesta básica, as matérias-primas, para a indústria, e materiais para a construção", acrescentou, considerando ter deixado o país com “relativa estabilidade” financeira, económica e política. “Havia uma relativa estabilidade no país."

Last modified on quarta, 21 novembro 2018
 

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