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O Reino Unido e Angola assinaram hoje (9) um acordo de financiamento no valor de 384,3 milhões de euros com o Standard Chartered Bank, que permitirá a construção e apetrechamento de dois hospitais em Luanda e um outro em Cabinda.

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O acordo foi assinado pelo ministro das Finanças, Archer Mangueira, e pela enviada especial da primeira-ministra britânica para Angola e Zâmbia, baronesa Lindsay Northover, acto que marcou o fim da visita oficial que efectuou ao país.

Segundo Lindsay Northover, o acordo de financiamento vai permitir assinar os contratos das empreitadas para a construção da primeira fase do Hospital Geral de Cabinda, do Instituto Hematológico Pediátrico de Luanda e da primeira fase do Hospital Geral de Pediatria.

Segundo a responsável britânica, o acordo foi celebrado entre o Governo angolano e a empresa ASCC UK Limited, com sede no Dubai, estando o financiamento coberto pela Agência de Seguros de Crédito à Exportação do Reino Unido (UKEF).

Na ocasião, a enviada de Theresa May, que termina esta sexta-feira a nova visita a Angola em cerca de três anos, destacou que o Reino Unido não está a apoiar só o setor da saúde, desenvolvendo também parcerias nas áreas de produção e distribuição de energia elétrica e águas, bem como na agricultura.

Isso mesmo foi realçado por Archer Mangueira que, na cerimónia, realizada no Ministério das Finanças, salientou que as “relações financeiras” entre Angola e o Reino Unido já contam também com projectos ligados sobretudo à parte energética.

“Tal como disse a baronesa, as nossas relações financeiras com o Reino Unido não se traduzem só na assinatura deste acordo, mas também noutros, designadamente como o destinado a financiar a instalação de subestações em Viana [leste de Luanda] e na Gabela [província do Cuanza Sul] e também as linhas de transmissão de energia de Laúca [barragem hidroelétrica na fronteira entre Kwanza-Norte e Malanje] para Luanda”, afirmou o ministro das Finanças.

Segundo Archer Mangueira, os projectos “vão contribuir, não só para resolver os problemas essenciais da população”, mas também “ajudar na sustentabilidade da dívida pública”.

“Por um lado, porque são projetos que vão contribuir para desenvolver o sector produtivo, como os ligados à energia e águas, e, por outro, investe-se no capital humano, com a melhoria da satisfação das necessidades essenciais da nossa população”, sublinhou.

“Investindo na saúde, estamos a investir no capital humano e, dessa forma, também a contribuir indiretamente para, a médio e longo prazos, revertermos o atual estado de endividamento público”, comentou.

Na quarta-feira, no primeiro dia da visita a Luanda, Lindsay Northover indicou que o Reino Unido está a disponibilizar a Angola um total de 750 milhões de libras (861 milhões de euros) para apoiar projectos sociais em Angola, alguns deles incluídos no Programa de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/22.

 

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