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EXPLORAÇÃO PETROLÍFERA. Resultados alcançados pelo grupo empreiteiro do bloco 17 já permitiram ao Estado angolano receitas fiscais na ordem dos 3,9 mil milhões de dólares, contra os três mil milhões do ano anterior.

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O bloco 17, liderado pela petrolífera francesa Total, no ‘offshore’ angolano, continua a ser o mais lucrativo do país, tendo gerado receitas na ordem de 660,6 mil milhões de kwanzas (cerca de 3,9 mil milhões de dólares), até Novembro, indicam dados do Ministério das Finanças sobre as receitas ordinárias petrolíferas, a que o VE teve acesso. Embora não estejam ainda consolidadas, as receitas apuradas já superaram os resultados alcançados em todo o ano de 2016, em que estas mesmas cifras totalizaram cerca de 511.035 milhões de kwanzas (pouco mais de três mil milhões de dólares).

No ano passado, o preço médio por cada barril exportado valorizou, no bloco 17, ao fixar-se nos 52,07 dólares por cada unidade contra os 39,92 dólares do ano anterior. Mas em relação ao volume de exportação ocorreu o contrário. Ou seja, em 2017 foram exportados menos barris de petróleo, cerca de 202 milhões, contra os 231 milhões de 2016.

Em termos gerais, as receitas produzidas pelo bloco liderado pela petrolífera francesa, no ano passado, corresponderam a 45% do total anual (até Novembro), calculado em 1,4 biliões de kwanzas (aproximadamente 8,4 mil milhões de dólares). E a nível da exportação, os números alcançados correspondem a 36,9% do total, fixado em 547,5 milhões de barris.

Próximo do grupo empreiteiro do bloco 17, segue apenas a ‘joint-venture’ que explora o bloco 15, liderada pela Esso Angola, cujo volume da receita se fixou em pouco mais de 353,2 mil milhões de kwanzas (1,5 mil milhões de dólares), correspondente a 24% do total, resultante da exportação de cerca de 97 milhões de barris (17,7% do total), até ao passado mês de Novembro.

Esta não é, no entanto, a primeira vez que o grupo de companhias petrolíferas, liderado pela Total, no bloco 17, se destaca em relação ao volume de receita gerada, mantendo uma hegemonia quase histórica, em termos de resultados.

Em Janeiro de 2017, a Total e os seus parceiros mantiveram-se firmes na sua posição. Com o início da operação da segunda fase do desenvolvimento do campo “Dália”, a companhia anunciou que estaria capaz de produzir reservas adicionais de cerca de 35 milhões de barris de petróleo e acrescentar 30.000 barris de petróleo por dia à produção do bloco, através de quatro poços de enchimento ligados a uma Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Descarga.

Além da Total (40%), o grupo empreiteiro que explora o bloco 17 integra a Statoil (23,33%), ESSO (20%) e BP (16,67%). O bloco 17 fica situado na bacia do Congo e faz parte dos blocos de águas profundas, tendo da actividade exploratória resultado 17 descobertas comerciais e dois poços secos.

É neste bloco que se encontra o campo Girassol, a maior descoberta de reservas de petróleo na história de Total E&P em Angola.

 

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