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SECTOR RODOVIÁRIO. Proposta enviada pelo Ministério dos Transportes ao Ministério das Finanças prevê um aumento para os 150 kwanzas. Mas Governo ainda não divulga quem vai suportar o aumento.

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A tarifa dos transportes públicos urbanos vai sofrer um aumento com a esperada aprovação da proposta do Ministério dos Transportes remetida ao Ministério das Finanças, revelou a directora do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários, Noélia Costa. Actualmente, o bilhete custa 90 kwanzas por viagem e é subvencionado em mais de 66% pelo Estado. O passageiro paga 30 kwanzas e o Estado cobre os restantes 60 kwanzas. A proposta remetida a8o Ministério das Finanças propõe um aumento da tarifa acima dos 66% para os 150 kwanzas.

O último aumento oficial do custo dos transportes públicos verificou-se em Maio de 2005, quando o bilhete passou de 25 kwanzas para 30 kwanzas. No início do ano passado, algumas operadoras, sem aviso prévio aos passageiros, passaram a cobrar o preço de 50 kwanzas, situação que causou embaraço a quem faz o uso regular dos autocarros.

Noelia Costa não revelou quanto será a participação do Estado e dos passageiros com a aprovação da proposta pelos dois sectores, assim como não avançou uma data específica para a aprovação do documento. “Infelizmente, não depende só do sector dos transportes. Há dois sectores envolvidos, as Finanças e os Transportes. A proposta já foi remetida, aguardamos apenas a decisão para a nova tarifa”, declarou. A proposta do aumento dos preços dos bilhetes surge numa altura em que as operadoras, incluindo a estatal TCUL (Transportes Colectivo e Urbanos de Luanda, consideram que a tarifa praticada actualmente não cobre os custos operacionais. Noélia Costa adianta que o problema da TCUL não é exclusividade da companhia, mas do sector dos transportes em geral, como os caminhos-de-ferro e dos transportes marítimos.

Cortes nas subvenções

No início do ano, o VALOR noticiou que o Estado pretendia rever o programa de subvenção dos bilhetes dos transportes, no âmbito do ‘Programa de Optimização de Subsídios’, de acordo com fontes dos Ministérios das Finanças e da Economia. Caso o programa se concretizasse, os passageiros poderiam pagar a ‘factura real’ para o consumidor, que chegaria aos 200 kwanzas.

O Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários não revelou qual será o pagamento da tarifa por parte do utente nem a subvenção do Governo, apenas que haverá um aumento da tarifa para os 150 kwanzas por viagem com a aprovação da proposta.

 

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