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ELEIÇÕES. Candidato do MPLA junta empresários em Luanda e pede compromisso, face à necessidade do aumento da produção naciomal e serviços. João Lourenço quer economia diversificada.

 

 

Edificar uma economia “forte, diversificada e estável” é o maior desafio que o MPLA assume no próximo ciclo de governação de cinco anos em caso de vitória eleitoral, promessa feita pelo cabeça de lista e vice-presidente do partido, João Manuel Lourenço, no encontro com a classe empresarial nacional, realizado na última quinta-feira em Luanda.

Para o MPLA, o alcance da meta passa pela implementação de políticas económicas mais adequadas para a diversificação da economia, substituindo o petróleo como principal fonte de receitas do país. A estratégia deve incluir também a adopção de medidas “para acelerar o desenvolvimento de sectores que são intensivos em mão de obra, como agricultura, a agroindústria, a industria transformadora, a construção, o turismo, o comércio, entre outros, que criam emprego e garantem o desenvolvimento sustentável”, segundo o candidato do MPLA. Na incursão que fez à economia “doméstica”, o político instou todos os empresários (pequenos, médios e grandes) a enfrentarem o desafio de aumentar de forma “rápida” e “sustentada” a produção interna de bens e serviços, com realce para os da cesta básica. “Com isso, estaremos a distribuir melhor o rendimento nacional, aumentando o emprego, atribuindo salários justos e dignos aos trabalhadores”, observou.

O outro objectivo a alcançar, segundo o vice-presidente do MPLA, passa por reduzir “consideravelmente” a pressão sobre as divisas do país, usadas para a importação de bens de “amplo consumo”. João Lourenço prometeu também prestar atenção “especial” ao fomento das pequenas e médias empresas, “por constituírem a base do tecido empresarial responsável pela prestação de serviços e pela criação de riqueza e do emprego nas localidades e no município”. João Lourenço exortou igualmente a banca comercial a actuar como “credora do empresariado nacional”, alertando para a necessidade de o país ter bancos fortes e “com as melhores práticas e respeito dos padrões internacionais de ‘compliance’”, garantindo o combate ao “branqueamento de capitais”. O cabeça-de-lista do MPLA às eleições gerais de 23 de agosto, João Lourenço, prometeu também uma governação “transparente” e “menos burocrática”, nomeadamente agilizando a concessão de vistos para turistas e investidores.

 

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