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ESTUDO. Nigéria superou largamente Angola em Ambiente de Negócios e em Capital Social. No grupo de 149 países, país posicionou-se no 141º lugar, o quinto maior défice de prosperidade a nível global, em 2016.

Angola terá registado, este ano, o pior resultado no índice Educação, tendo ficado no 148 lugar de um grupo de 149 países no total, avaliados todos os anos no índice de prosperidade, um ranking organizado pelo Instituto Legatum e divulgado, em Novembro último, pela consultora Ernst & Young.

O estudo, que destaca também indicadores económicos do país, realça ainda que, em termos de prosperidade, Angola obteve o melhor resultado nos sub-indices Saúde, Segurança e Protecção, ao se posicionar no 127.º lugar.

Em África, o relatório compara Angola à Nigéria, em matéria de prosperidade, salientando que o país obteve melhor desempenho em Saúde (127.º em comparação ao 142.º lugar da Nigéria) e Segurança e Protecção, tendo ficado no 127.º lugar contra o 145.º daquele país africano.

No entanto, o maior produtor de petróleo africano superou largamente Angola em Ambiente de Negócios, ao classificar-se na 85.ª posição contra a 148.ª de Angola e em Capital Social, onde se posicionou no 59.º lugar por comparação com o 142.º de Angola.

Nos últimos cinco anos, o país consistentemente ocupou a 141º posição e, globalmente, não se situou acima da Nigéria nos últimos 10 anos. Em 2015 e 2016, a Nigéria ocupou a posição 135, tendo subido um lugar desde 2013, após uma queda de um pico de cinco anos na posição 129, em 2012.

Considerando a sua riqueza, Angola apresenta um baixo desempenho em prosperidade seguindo a tendência quase que generalizada dos países dependentes do petróleo. “O país registou o quinto maior défice de prosperidade do mundo e apresenta um gap de prosperidade que tem vindo a aumentar nos últimos 10 anos”, refere o relatório.

O índice de prosperidade Legatum analisa o quanto os países proporcionam prosperidade em relação aos seus níveis de riqueza, usando o PIB per capita como métrica de riqueza. Este ano, o estudo classificou 149 países quanto a sua prosperidade global, com base no seu desempenho em nove sub-índices de potencial sucesso: qualidade económica, ambiente de negócios, governança, capital social e meio ambiente.

FMI DESTAPA VULNERABILIDADES

O relatório destaca, por outro lado, as recomendações feitas a Angola pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ao abrigo do artigo IV, tendo como base a última visita da missão da organização de Brentwood, a Luanda, no início de Novembro, liderada pelo economista Ricardo Velloso.

Neste particular, o FMI, apesar de reconhecer que “as autoridades tomaram medidas para mitigar o impacto do declínio dos preços do petróleo”, considera serem necessárias ainda “medidas adicionais de política para prosseguir o ajustamento à nova realidade dos mercados internacionais do petróleo”.

 

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