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FEIRA SECTORIAL. Recuou número de expositores nacionais, enquanto representação estrangeira resumiu-se a três empresas portuguesas, num evento que, em anos anteriores, era tido como maior mercado de materiais e equipamentos da construção.

O pavilhão tenda da Baía de Luanda acolheu, entre os dias 24 e 27 deste mês, a feira Konstroi 2016, cujo objectivo é apresentar as potencialidades dos sectores da construção civil, obras públicas, e expor equipamentos e materiais de construção.

Manuel Novais, da organização, diz que a crise que afecta o mercado angolano “não poupou” as empresas do sector da construção e garante mesmo que a realização deste evento “é a vontade de união e promoção de várias marcas que Angola já produz”.

A motivação foi também a de encontrar um espaço para que os industriais da construção apresentassem as alternativas ao Governo no sentido de reduzir as importações de materiais e alertar as autoridades para que continuem a apostar na diversificação da produção dos equipamentos e materiais do sector nacional.

“O que assistimos aqui é à vontade de vencer as dificuldades actuais do mercado financeiro e potenciar a produção interna. Estas empresas, cerca de 80, estão a revelar capacidade criativa para criar alternativas às importações. Os materiais apresentados aqui não escapam da qualidade dos produtos importados para a construção”, afirma.

Em termos de números, diz que este evento que não se compara às realizações anteriores e justifica, dizendo que as contingências financeiras obrigaram muitos estrangeiros a recuarem da exposição.

Fonte ligada a Ferpinta, empresa que se dedica à produção de diversos tubos e chapas de cobertura, considera que o momento actual vai servir para reposicionar as empresas na economia angolana. “Como todas as empresas, a Ferpinta não escapou a este ciclo económico, mas estamos seguros de que vamos resistir e oferecer serviços e produtos com qualidade para os nossos clientes”, admite, lembrando que a empresa vai continuar a promover o emprego, o desenvolvimento e a diversificação económicos.

O momento actual do parque empresarial nacional também preocupa a ProBetão, que se dedica à produção de pré-fabricados para a construção e obras públicas. Empresa defende que “as circunstâncias económicas actuais fazem da crise a oportunidade para conquistar o mercado oferecendo bons”.

 

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