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RELAÇÕES BILATERAIS. Financiamento da China para Angola, desde 2004, atingiu 15 mil milhões de dólares, através de linhas de crédito, montante reembolsado com exportação de petróleo.

 

O ministro e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Manuel da Cruz Neto, reconheceu, na abertura do Fórum de Investimento Angola-China, realizado em Luanda, o papel “essencial” do investimento chinês em Angola, tendo revelado que, desde 2004, o crédito do país asiático a Angola atingiu os 15 mil milhões de dólares.

O fórum, promovido pela Unidade Técnica para o Investimento privado (UTIP) da Casa Civil do Presidente da República, juntou mais de 400 empresários, entre angolanos e chineses, com o objectivo de captar investimento privado e incentivar a exportação de produtos angolanos para o país asiático.

O volume dos acordos de intenção e a tramitação de projectos de investimentos assinados no Fórum de Investimento Angola-China ficaram avaliados em 1,29 mil milhões de dólares, para 48 projectos em diferentes áreas. O embaixador da China em Angola, Cui Aimin, revelou que, este ano, mais de 100 novos projectos para investimentos chineses foram identificados, nos sectores da construção, infra-estruturas, indústria, agricultura, energia e águas, recursos minerais, habitação e educação.

Cui Aimin reiterou a continuidade do apoio do seu governo nos projectos de infra-estruturas e encorajou as empresas chinesas a alterar o modelo de operação em Angola, privilegiando a operação local.

Barreiras afastam investidores

O presidente da Camara de Comércio Angola- China, Manuel Arnaldo Calado, criticou a “excessiva” burocracia que os potenciais investidores encontram em Angola.

Ao VE, Manuel Calado apontou a burocracia como sendo o principal “inimigo” que Angola tem. Por isso, prometeu lutar para reduzir ao ponto que “este mal” não prejudique as empresas. A projecção de Angola sobre o ambiente de negócio ‘Doing Business’ continua negativa. Na classificação de 2017, desceu da 181ª para a 182.ª posição.

O economista Lopes Paulo defende que, apesar de o país estar a fazer reformas, “precisa de perceber que os outros também estão a fazer e, se calhar, melhor”. E entende que a realização do fórum “é louvável”, lembrando ser importante fazer-se uma intropecção sobre onde estão os entraves da economia nacional.

 

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